| Transmissor FM PLL Estéreo |
| Postado pôr: Suporte Tecnociencia | |||||||||||
| Thursday, 17 April 2008 | |||||||||||
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A distância que chegam as ondas de rádio não tem nada a ver com a potência que se utiliza. Quando um transmissor utiliza qualquer potência superior a “zero watts”, o sinal viaja a qualquer lugar que permita a propagação. O sinal chegará mais forte em uns lugares e mais fraco a outros, inclusive pode chegará muitíssimo fraco para que possa ser útil em alguns receptores. Aumentar a potência não fará que seus sinais cheguem mais longe, mas sim mais fortes. O truque consiste em utilizar a potência do transmissor que faça que os sinais sejam audíveis no lugar onde se queira chegar. A potência a ser usada depende muito mais das condições de propagação e do tipo de antena que se utiliza. Também depende do tipo de sinal que se deseja enviar e da situação da estação no outro extremo.
Considerando o ponto de vista de uma boa recepção, a regra da mínima potência se poderia enunciar assim: Utiliza a potência suficiente em transmissão para que os sinais sejam diferentes do ruído no receptor. O ruído pode ser de várias formas. Se por exemplo se desconecta a antena do equipamento e se aumenta o volume, se escutará um ruído. Se os sinais que chegam não são suficientes fortes para superarem esse ruído, não haverá comunicado. Conectamos novamente a antena; agora ouviremos o ruído da faixa (estáticos, ruído térmico e outros tipos de ruídos provocados pela indústria, automóveis etc). Todo esse ruído sobrepassa o que falamos no início, temos mais ruído que sinal.
Existem também outros tipos de ruído procedentes de outras emissoras, e de aparelhos elétricos que são chamados de interferência. Se os sinais que chegam , não sobrepões a essas fontes interferentes áudio não será ouvido! Ademais , devemos considerar o tipo de informação que se envia e recebe. As emissões tipo cw, ssb ,rtty e Fm ocupam quantidade diferente do espectro. Assim, por exemplo, em cw a energia estará concentrada em um espaço relativamente estreito na faixa . Uma transmissão em SSB, por outro lado, estende sua energia a uma largura de 2,5 kHz.
Quando se está sintonizando a freqüência exata do transmissor, o receptor capta o ruído e o sinal transmitido. O truque consiste em maximizar a quantidade do sinal transmitido e minimizar a quantidade de ruído captado. Para fazer isso, a largura de banda do receptor, (seletividade) deverá adaptar-se a largura de banda do transmissor. Uma excessiva seletividade no receptor não aproveita a potência do transmissor, porque o receptor não a recebe, e ao contrário , uma seletividade muito larga, captará toda energia da transmissão, mas também adicionará muito ruído. Os transceptores de FM vhf e uhf têm sua seletividade geralmente otimizada e não se pode ajustar, porém se v/c está operando entre 160 e 10 metros, o transceptor provavelmente terá um certo ajuste na seletividade. Para provar, temos que tentar estreitar a seletividade do equipamento quando estejam presentes ruído e interferências. Desde o ponto de vista do receptor,podemos entender que incrementar a potência do transmissor nem sempre é o melhor caminho para combater o ruído. Se por exemplo , um componente defeituoso faz com que seu receptor produza chiado, será mais conveniente consertá-lo do que pedir que a outra estação aumente a potência. Se um termostato de aquário (outro exemplo) está defeituoso, gera ruído elétrico, então é mais fácil repará-lo do que pedir a outra estação que aumente a potência. As estações que transmitem e recebem podem aproveitar o uso de sua potência em transmissão de uma outra forma muito importante: utilizando antenas direcionais (antenas que dirigem a energia ao local adequado e recebem melhores os sinais de onde eles saem). Um transmissor usando uma antena “não direcional“, pode trabalhar com igual pobreza em todas as direções. Uma antena que reforça os sinais transmitidos e recebidos, comparada com outra antena, se usa dizer que a primeira tem mais ganho. Uma antena direcional, transmite mais energia (concentra) a seu destino e em contrapartida também concentra mais energia quando em recepção que uma antena de menor ou nenhum ganho, obtendo assim, uma melhor relação sinal/ruído, pois os sinais e os ruídos indesejáveis vindos de outras direções são atenuados. Um refletor de flash em uma máquina fotográfica parece fazer aumentar o brilho da lâmpada, mas na verdade ele apenas concentra a luz e a envia como um feixe . A lâmpada em si continuou com a mesma potência! A antena, por essa analogia, incrementa a potência irradiada efetiva da estação sem ter que aumentar a potência do transmissor. Em recepção, o ganho de antena faz com que as estações pareçam mais fortes porque ela recolhe mais energiaoriunda da transmissão. As antenas direcionais, são ferramentas de grande valor porque permite melhorar o uso da potência de transmissão para se conseguir melhor relação sinal/ ruído. A “direcionabilidade” ajuda a não enviarmos sinais a lugares onde não queiramos. Ademais ocorre também que outras estações que porventura estejam utilizando a mesma freqüência não sejam interferidas e nem causem interferências. Mas se isso é assim, porque todas as emissoras não as utilizam ? Uma razão óbvia é o preço, porém outra razão é que nem sempre é prático, já que por exemplo às antenas direcionais para as freqüências abaixo de 10 MHz são muito grandes e também precisam de grandes torres e rotores para suportá-las. Leia todo o artigo no formato PDF clicando AQUI!
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